Aquele negócio do Stephen Kanitz é verdade. E eu, que nem em Harvard estudei! Pobre de mim, que hoje sou rico de a-e-i-o-u e nem sabia!
Quanta tristeza me culpa da morte do menino arrastado pelo carro popular, que nem Mercedes era, e que se transformou em publicidade "moída" para hipócritas!
O que seria de um freudiano sem o Reich de amanhã?, como aquela propaganda que diz que é você "hoje", na absoluta ebriedade, sem resquício de ressaca. Nem doze anos era, cidadão, p´ra você me jogar numa certeza dessas e acabar numa novela das oito qualquer!
A publicidade do bem está exposta na advertência do mal em letras bem diminutivas. Nem o cego, passeando os teus dedos, calejados de verdade, enxerga muito bem.
Basta ler todo o espaço explorado, que contém letras, e estudar do jeito que nunca lhe ensinaste.
Ah!, diga aí, leitor: "Antes João Hélio do que eu!".
Escrito por Leonardo Cattoni às 23h31
[ envie esta mensagem ]
|