Estou disposto a ajudar o Lula
"Quando a gente pensa que se aquietaram as borbulhas, se aveludaram as rugosidades, cicatrizaram-se as escaras, secaram as cataporas, quando a gente pensa que finalmente o rosto da loucura nacional está configurado, novos tipos saltam para a vida e para a fama.
Assim como não há o fim da História, não há o fim da babaquice".
Agora o Lula resolveu reformar a faixa presidencial. Resolveu gastar um valor simbólico, sem importância. Quase R$ 40 mil. Um ‘tudo’ para o nada. Uma nulidade cara.
Quantos pais de família, que sustentam os filhos com trezentos reais mensais, não ficaram indignados!? Ou será que os míopes se embriagaram de vez?
Vejo que o Lula, no auge de sua parvoíce, no ápice de sua loucura, não tem uma assessoria competente. O pior é que ele nunca sabe de nada. Lula não sabe nem que não tem um assessor de verdade. Ele não deve nem saber que é chefe de uma nação.
Alguém deveria dizer a ele que reformar uma faixa com purpurinas de ouro numa crise dessas é suicídio. Lula não seria um masoquista? Um suicida-depravado?
Aliás, o Lula assinou o seu óbito quando expulsou o jornalista do Brasil, depois que o mesmo o chamou de bebum. Lula estaria ébrio quando cometeu tal loucura? Saudades da Ditadura? Um nostálgico?
Depois disso a imprensa, que o blindava, resolveu se vingar. Lula era Deus, agora é um vírus maligno. Lula era paz e amor, agora é o castelo de Lúcifer. Deu amnésia em Lula. Lula se esqueceu dos sindicatos.
Gostaria que o Lula me lesse. Lula está inerme. Pobre coitado. Contrata-me, Lula! Arrume-me um bico! Eu posso lhe ajudar. Ajudarei, junto com o Luiz Dulci, a escrever a sua renuncia. Estou aqui pra somar.
Uma pergunta de um jornalista que eu não soube responder: "Se 2006 será o ano dos brasileiros, como disse o Lula, de quem foram os outros três anos?"
Algum assessor pode me responder?
Escrito por Leonardo Cattoni às 23h08
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